
Madre Tereza de Calcutá: “os começos são sempre
penosos”. Persista e
chegará a ter dentro de si a força da presença, mesmo
que por breves instantes, que se prolongarão com o tempo e a prática.
Na prática de Yoga buscamos encontrar com a própria respiração. Pode parecer estranha esta frase, já que a respiração é algo tão perto de nós, mas é que geralmente respiramos “automaticamente”, não a percebemos. Encontrar com a respiração é encontrar consigo, é perceber a presença de Deus em si quando inspiramos e deixar sair o que não está legal, as energias negativas, quando exalamos, abrindo espaço para receber intuições e “insight”. Então concentre-se em aprender a respirar melhor, pois quanto mais profunda e consciente a respiração, maior o contato consigo, maior o silêncio interno, mais paz. Quanto aos ásanas, relaxe. De tanto você praticar, conectar-se com a respiração, o instrutor falar e ajustar, chegará o momento em que você fará o mais perfeito que seu corpo consegue.
Para isso é necessário disciplina e constância na prática,
pois seu corpo levou um tempo pra ter essa forma, essa estrutura, então
você precisará de paciência para “abri-lo”.
É como uma cirurgia, cada parte do corpo sendo reestruturada, e com
o tempo ganhamos mais espaço interno no corpo e no coração.
Mas lembre-se: Isso não é o mais importante e sim todo o processo,
que começa com o contato com a respiração, o silêncio
interno, estar presente.
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